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Monday, July 2, 2007

Campanha do Ní

O Diogo Mainardi é um chato de galochas, mas hoje estou usando as botas dele. Disse que como no Monty Phython, se muitas pessoas juntassem para dizer Ní, conseguiríamos derrubar o Lula. Então, estou lançando a campanha do Ní. Aqui vai o meu: NIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.

Em Brasília, se acreditam em profecias. Principalmente na de Dom Bosco*, que teria sonhado com o local da cidade. Brasília foi construída em forma de avião. Profecia do caos aéreo? Será que Lúcio Costa era parente de Nostradamus? E o Lula? O que esconde debaixo daquela barba grisalha?

E o caos continua. Eu consegui chegar da China, mas o pobre do meu cunhado tem três dias e três noites que está tentando chegar à Coréia. Já passou por Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Frankfurt e agora está em Doha. Tudo isso “por conta de um nevoeiro”. Ou será fumaça da torre de controle? Sinais de fumaça para comunicar com Brasília. Como era mesmo aquela do “onde há fumaça, há fogo”? Fogo e pileque. E querem construir Angra III.

Enquanto isso, na sala de Justiça... estão Renan, Roriz, e quem mais mesmo??? Ah, o pizzaiolo. Me vê uma brasileira aí, por favor!

Duas mil e quinhentas pessoas assassinadas em São Paulo neste ano. E estamos em julho. Playboys espancam empregada, a polícia “limpa” as ruas do Rio para o Pan e a pobre da Isabela Tainara foi seqüestrada, estuprada e esquartejada em Brasília.

Falência total do governo, da polícia, da moral e da autoridade. E Diogo Mainardi, que, quando perguntaram se sentia saudade do Brasil quando morava em Veneza, respondeu “se tivesse sentido, teria voltado.”

Ní.


* “Entre os graus 15 e 20, existia um seio de terra bastante largo e longo, que partia de um ponto onde se formava um lago. E então uma voz me disse, repetidamente: ‘Quando vierem escavar os minerais ocultos no meio destes montes, surgirá aqui a Terra da Promissão, fluente de leite e mel. Será uma riqueza inconcebível”
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